segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Skol Beats garrafa vermelha

Skol Beats
A nova integrante da família Beats e vermelha no líquido e na embalagem (Foto: Divulgação)

É vermelha a nova integrante da família Skol Beats. A chegada da nova variante traz uma embalagem de tecnologia inédita: a garrafa da Skol Beats Secret usa "o primeiro vidro vermelho de processo industrial do mundo, ou seja, sem passar por nenhum processo de tintura". 

Com o líquido e embalagem vermelhos, a Secret mescla sabores cítricos e silvestres.

Fonte: Revista Beer Art. http://revistabeerart.com/news/skol-beats-secret?rq=Skol%20Beats 

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Globo Repórter 2016 - Bélgica

É agora!

Globo reporter sobre a Bélgica! Imperdível.


Concorrência desleal no mercado de cervejas? Isso existe?


A concorrência no mercado brasileiro de cervejas

Há décadas se ouve sobre histórias de práticas de mercado escusas realizadas por grandes cervejarias de forma a promover a concorrência desleal no segmento de cervejas, no Brasil. 

Algumas pesquisas que realizei para um novo livro que estou escrevendo, vi diversos periódicos e documentos que tratavam o tema "abuso da concorrência", danificando mercados locais.

Na década de 1960, Teodomiro Braga, Hermógenes Ladeira e outros pequenos produtores denunciavam ao SNI (Serviço Nacional de Informações) e ao CADE os atos das grandes cervejarias sobre vendas casadas. O mesmo ocorreu na década de 1990 quando da união da Antárctica com a Brahma.

Recentemente, um amigo do segmento comentou no Facebook sobre a atual prática de venda de cervejas por parte da Ambev, que está colocando no mercado cervejas especiais e importadas com "50% de desconto" ou ainda "pague 1 leve 2". (Não se trata de cervejas com vencimento próximo).

Ao seu ver, (pelo ao menos foi o que entendi) a prática da Ambev se trata de algo normal, e para tanto ele ilustrou o seu ponto de vista por meio de um pequeno documentário chamado de "Como o lobos mudam rios".

O referido documentário retrata que sem um predador (no caso o lobo) em um ambiente habitado unicamente por herbívoros haveria um desiquilíbrio do ecossistema local e dessa forma o suprimento vegetal seria prejudicado e outros habitantes e o meio sofreriam com isso, inclusive os rios. Dessa forma predados, (herbívoros) deveriam se adaptar às ações do predador se direcionando para outros cantos e agindo de outras formas em busca da sobrevivência, ou seja, uma questão de adaptação ao ambiente com a presença do predador. A analogia foi até legal e interessante só que acredito que o predador do ecossistema em análise (mercado de cervejas) não se trata de um lobo e sim de um caçador...e dos bem armados. 

Alguns cervejeiros mencionam que a prática ambeviana é considerada como um ato de "dumping".Ledo engano. Dumping é uma discussão comercial a ser realizada e discutida entre países e não entre empresas na OMC (Organização Mundial do Comércio), que questionam práticas abusivas que prejudicam mercados entre si. Portanto, não se trata de dumping.

O que vem ocorrendo atualmente é, talvez, prática lesiva à livre concorrência. É vender abaixo das margens razoáveis de lucro para prejudicar um mercado. Vou explicar melhor: consultando um site simples de vendas de cervejas da marca "Goose Island" nos Estados Unidos (http://www.wine-searcher.com/find/goose+island+india+pale+ale+beer+illinois+usa) a cerveja long neck de 355 ml é vendida em média a R$ 6,36. Como vendê-la no Brasil após a conversão da taxa de câmbio, pagamento dos impostos de importação, ICMS, IPI, PIS, COFINS, dos gastos com logística, do lucro da Ambev e o lucro do distribuidor a R$ 7,45 ou seja, a R$1,09 de margem bruta? Aí está o "X" da questão. O import parity, (import parity é a comparação que se faz entre o preço de venda nacional do produto no cliente final comparado com o preço de venda de um produto importado que foi nacionalizado de igual teor) é discrepante. (O preço de uma long neck é em torno de R$ 16,00). Não há produtor que consiga tirar lucro sustentável com tal margem. É dar produto ao mercado para prejudicar o direto da livre concorrência. É destruição de valor. É destruição de mercado.

Pelo atual cenário, parece que importar cerveja dos Estados Unidos seria o máximo e todos deveriam fazer o mesmo, pois produzir cerveja no país pelo custo Brasil não valeria a pena. Seria isso mesmo? Ou ainda: o preço da long neck de uma IPA do microcervejeiro nacional estaria demasiadamente caro porque os microprodutores gostam de cobrar caro e o governo adora isso, pois cobram mais impostos?

São pontos a serem refletidos. Nem tanto o céu, nem tanto a terra. Tem que haver entendimento sobre a prática e intervenção por parte do CADE ou órgão semelhante, pelo menos para uma primeira análise, com o apoio dos Sindicatos de Cervejas, pois se trata de uma situação crítica ao setor microcervejeiro. Nessas condições, não há competição. O microcervejeiro sofrerá um colapso. É uma situação de urgência.

Por enquanto, vou me adaptando ao ambiente. Vou tomar cerveja, dos amigos, claro. Um brinde!


terça-feira, 23 de agosto de 2016

Universo da Cerveja

BH Shopping promove exposição Universo da Cerveja



De 03 a 28 de agosto, o BH Shopping abrigará, no Piso Mariana, a exposição “O Universo da Cerveja”. Mais uma ação do shopping para celebrar o mês dos Pais, a proposta é levar o visitante, de forma inédita e exclusiva, por uma viagem apaixonante sobre a bebida mais popular entre os brasileiros.

Com curadoria do cervejólogo Ronaldo Morado, a exposição terá fotos, imagens e vídeos que apresentam de forma dinâmica a cultura cervejeira milenar. Destaques para maquetes e painéis interativos, amostras reais de ingredientes que vão permitir o contato físico e olfativo do visitante e maquete em escala real de uma cervejaria.


Referência no assunto no país, Ronaldo Morado, esteve no mall dias 3 e 5 de agosto e fez palestras gratuitas para falar com o público sobre a história, ingredientes, características, processo de fabricação, estilos e as diferentes escolas cervejeiras ao redor do mundo. 

As palestras foram às 19h, no Espaço BHS - Piso Mariana. A programação integra as ações de Dia dos Pais promovidas pelo mall mais completo de Belo Horizonte.


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Deguste Borboletas e Macacos

Projeto reúne cervejas artesanais, gastronomia e música instrumental

Redação Sou BH - 11/08/16 as 18:32 - Atualizado em 11/08/16 as 18:35

Foto: Banco de imagens
Quem não gosta de degustar uma boa cerveja artesanal, acompanhada de um prato criativo ao som de uma música instrumental? O público belo-horizontino terá a chance de curtir tudo isso com o projeto Deguste Brasil, que realizará duas edições mineiras. Neste sábado, o primeiro evento acontecerá no Mercado das Borboletas, das 11h às 18h.  A entrada é gratuita e a classificação é livre.


Intitulado como Deguste Borboletas, o evento apresentará diversos nomes do mundo artesanal cervejeiro e gastronômico. O tema é ser tradicional e criativo. Além disso, as bandas Quinta Onda e Oriental Blues, do guitarrista Alexandre Araújo, formarão o núcleo musical.

Encerrando a primeira etapa em Minas, no dia 21 de agosto, o Deguste Macacos será realizado na feirinha do distrito de São Sebastião das Águas Claras, em Nova Lima, também das 11h às 18h.

A ideia do Deguste Brasil surgiu com três amigos mineiros e empresários. O objetivo é oferecer ao público de BH conteúdos artesanais e independentes.  Produtos orgânicos e economia criativa também pautarão os eventos.

Serviço
Deguste Borboletas
Data: Sábado, 13 de agostoHorário: 11h às 18hLocal: Mercado Novo, 3º Andar (Av. Olegário Maciel, 742 – Centro)Entrada Franca
Deguste Macacos
Data: Domingo, 21 de agosto
Horário:  11h às 18hLocal: Feirinha de Macacos (Distrito de São Sebastião das Águas Claras, Nova Lima)Entrada Franca

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Brassagem coletiva FICC 2016

Brassagem coletiva reúne diversos cervejeiros do estado de Minas

Aconteceu na terça feira, a brassagem coletiva com diversos produtores de cervejas do Festival Internacional de Cultura e Cerveja na VERACE Cervejaria, no Jardim Canadá.

A VERACE é uma fábrica de encantar os olhos. Apresenta tecnologia de ponta seus sócios estão focados no negócio. Os anfitriões apresentaram todo complexo produtivo, e nos deixou à vontade. Entre os cervejeiros estavam Alfredo Figueiredo da VM/Krug (que no outro dia fez uma pequena produção cervejeira), Marco Falcone da Falke Bier e Gustavo Simoni da Koala Sun Brew.

A fabricação em conjunta foi comandada pelo cervejeiro da casa, Túlio com a supervisão do mestre cervejeiro Evandro Zanini. A cerveja produzida foi uma Saison com acerola e limão capeta.

No segundo dia a brassagem deu lugar à avaliação do concurso homebrew, que ocorreu à portas fechadas. O ganhador do concurso fará uma brassagem na VERACE.

Mamãe Bebidas




Página inicial

Quem costuma passar por essa pequena-mega loja de cervejas especiais no bairro Floresta em Belo Horizonte irá se surpreender: Carol Patrus caprichou mais uma vez inovando com novos produtos, novas embalagens e melhor atendimento.


O lado direito da loja foi ampliado. Onde ficava uma parte do lavajato do Posto da Mamãe se transformou em um espaço destinado aos growlers e crowlers stations.

Os mais exigentes irão poder encher suas próprias garrafas ou latas que a loja passou a oferecer. A lata desenvolvida pela Mamãe Bebidas além de bonita apresenta uma oportunidade única, ou seja, você poderá envasar a cerveja que você desejar.

A growler station conta com 16 torneiras. A logomarca também mudou. Esta moderna, lembrando as logos dos famosos times de baseball.

Vejam ambas fotos! Elas falam mais que o texto. Parabéns Carol e equipe e sucesso em suas vendas!












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